Sóstenes diz que R$ 400 mil achados pela PF são de venda de imóvel e que não depositou valor em banco 'por lapso'
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) justifica os R$ 400 mil em dinheiro vivo encontrados pela PF como provenientes da venda de um imóvel, alegando um "lapso" por não ter depositado o valor em banco, enquanto é investigado por desvio de cota parlamentar na Operação Galho Fraco.
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19/12 às 12:22
Pontos principais
- Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi alvo de operação da Polícia Federal que apreendeu R$ 400 mil em espécie em seu flat em Brasília.
- O deputado afirmou que o dinheiro é lícito, resultado da venda de um imóvel em Minas Gerais, e que não o depositou por "lapso" devido à correria de trabalho.
- A Operação Galho Fraco investiga o desvio de cotas parlamentares por Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy (PL-RJ), com indícios de "despesas inexistentes" e uso de empresas de fachada.
- A PF identificou o método "smurfing" (fracionamento de depósitos) para despistar a fiscalização dos recursos da cota parlamentar.
- Diálogos de WhatsApp e a decisão do ministro Flávio Dino apontam para um esquema envolvendo funcionários comissionados e empresas ligadas aos assessores dos parlamentares.
- Sóstenes e Carlos Jordy alegam perseguição política e negam as acusações de irregularidades.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Sóstenes CavalcanteCarlos JordyFlávio DinoAdailton Oliveira dos SantosItamar de Souza Santana
Organizações
Polícia FederalPLCâmara dos DeputadosHarue Locação de Veículos LTDA MEAmazon Serviços e Construções LTDA
Lugares
Minas GeraisBrasíliaRio de Janeiro
