O Prêmio Nobel é um reconhecimento internacional que destaca figuras em diversas áreas, como Literatura e Paz. Recentemente, a vencedora do Nobel de Literatura de 2015 compartilhou conselhos sobre sua trajetória, enquanto a laureada com o Nobel da Paz, María Corina Machado, gerou controvérsia ao tentar oferecer sua medalha a Donald Trump. Este ato levou o Instituto Nobel da Noruega a reafirmar a intransferibilidade do prêmio, provocando forte desaprovação de acadêmicos e políticos noruegueses.
O Prêmio Nobel, especialmente nas categorias de Literatura e Paz, é um reconhecimento internacional concedido a figuras destacadas. Em 2015, a vencedora do Prêmio Nobel de Literatura compartilhou conselhos para novos escritores, revisitando sua trajetória literária e as esperanças frustradas de mudança em Belarus, conforme relatado em artigo da BBC. Mais recentemente, em 2026, a líder opositora venezuelana María Corina Machado, laureada com o Prêmio Nobel da Paz, ofereceu sua medalha ao então presidente dos EUA, Donald Trump, gerando um comunicado do Instituto Nobel da Noruega sobre a intransferibilidade do prêmio e reações negativas de acadêmicos e políticos noruegueses.
A vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2015 destacou em entrevista sua jornada como escritora e as decepções com as perspectivas de transformação política e social em Belarus. O artigo publicado pela BBC em dezembro de 2025 foca nesses conselhos práticos e reflexões pessoais, enfatizando lições de sua experiência literária.
Em um desenvolvimento notável em janeiro de 2026, María Corina Machado, líder opositora venezuelana e laureada com o Prêmio Nobel da Paz, ofereceu sua medalha a Donald Trump, então presidente dos EUA, como um gesto de gratidão pela remoção de Nicolás Maduro. Este evento levou o Instituto Nobel da Noruega a emitir um comunicado reafirmando que o Prêmio Nobel da Paz é intransferível, inalterável e não pode ser revogado, destacando que a decisão de concessão é definitiva e permanente. A reação na Noruega foi amplamente negativa, com acadêmicos e políticos classificando o gesto como "constrangedor" e "patético", e afirmando que a ação desrespeita a honra do Prêmio Nobel, gerando um debate sobre a adequação do gesto de Machado.