Visão geral
Kim Kataguiri é um deputado federal pelo partido Missão-SP. Ele é o autor do Projeto de Lei 1012/26, que propõe o aumento da pena para o crime de importunação sexual no Brasil, buscando tornar a legislação mais rigorosa e eficaz na dissuasão de agressores e na proteção das vítimas.
Contexto histórico e desenvolvimento
O Projeto de Lei 1012/26, de autoria do deputado Kim Kataguiri, visa alterar o Código Penal brasileiro para aumentar a pena do crime de importunação sexual. Atualmente, a pena prevista é de 1 a 5 anos de reclusão. A proposta de Kataguiri sugere elevar essa pena para 2 a 6 anos de reclusão. A justificativa para essa alteração reside na percepção de que a sanção atual é desproporcional e tem se mostrado ineficaz, permitindo a aplicação de institutos despenalizadores, como a suspensão condicional do processo. Segundo o deputado, essa situação leva à revitimização das pessoas ofendidas e à sensação de impunidade para os agressores, evidenciada pelos mais de 100 casos diários de importunação sexual registrados no Brasil. O projeto busca estabelecer um novo patamar de pena que seja mais equilibrado e razoável, reforçando a resposta estatal contra esse tipo de crime.
Linha do tempo
- 31 de março de 2026: O Projeto de Lei 1012/26, de autoria de Kim Kataguiri, é publicado pela Agência Câmara, propondo o aumento da pena para importunação sexual.
Principais atores
- Kim Kataguiri: Deputado federal (Missão-SP) e autor do Projeto de Lei 1012/26.
- Câmara dos Deputados: Instância onde o Projeto de Lei 1012/26 está em análise, especificamente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.
- Senado Federal: Instância onde o projeto precisará ser aprovado após a Câmara para se tornar lei.
Termos importantes
- Importunação sexual: Prática de ato libidinoso contra alguém, sem consentimento, com o objetivo de satisfazer desejo sexual próprio ou de outra pessoa. Exemplos incluem toques indesejados, beijos forçados e passar a mão no corpo de alguém sem autorização.
- Reclusão: Tipo de pena privativa de liberdade, geralmente aplicada a crimes mais graves, que pode ser cumprida em regime fechado, semiaberto ou aberto.
- Institutos despenalizadores: Mecanismos legais que visam evitar a aplicação da pena privativa de liberdade em determinados casos, como a suspensão condicional do processo.
- Suspensão condicional do processo: Benefício legal que permite a suspensão do processo criminal, mediante o cumprimento de certas condições, evitando a condenação e a pena de prisão.
- Práxis forense: Conjunto de práticas e procedimentos adotados no âmbito jurídico e judicial.
No Congresso
ver perfil completo na Câmara →Votos, projetos e discursos de Kim Kataguiri (MISSÃO-SP) na Câmara dos Deputados, com fonte primária em cada item. Selecionados por relevância, não tudo o que aconteceu.
Candidatos terão suas publicações entregues a todos os seguidores sem que as plataformas digitais reduzam o alcance de forma oculta. Atualmente, as redes sociais podem limitar a visibilidade de conteúdos que consideram inadequados ou que violam suas regras internas. As empresas de tecnologia perdem a autonomia para filtrar postagens políticas, enquanto os candidatos ganham garantia de exposição total.
O Deputado apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei nº 3.481, de 2026, que torna facultativo o ajuste dos calendários escolares durante a Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027 e exige observância das normas gerais da educação nacional. Além disso, argumentou que a medida preserva a autonomia das redes de ensino, sem reduzir a carga horária mínima, os dias letivos nem o direito à alimentação escolar.
O governo terá novas regras para conceder descontos em impostos e realizar gastos obrigatórios durante o ano de 2026. Atualmente, essas decisões seguem normas gerais de orçamento que não possuem um direcionamento específico para o período mencionado. O Poder Executivo ganha autonomia para definir critérios de execução, enquanto órgãos de controle passam a fiscalizar o cumprimento dessas novas diretrizes.
Donos de terras rurais em áreas de fronteira terão seus registros de propriedade validados definitivamente pelo governo federal. Atualmente, esses títulos concedidos por estados antes da Constituição de 1988 enfrentam insegurança jurídica e podem ser questionados pela União. Ganham os proprietários dessas terras, enquanto o Estado perde a possibilidade de contestar a validade dessas concessões antigas.
O Deputado rebateu afirmações do Deputado Reimont sobre declarações de Renan Santos a respeito de violência, apontando que o próprio Presidente Lula teria manifestado arrependimento por ter sido contra o desenvolvimento de armas nucleares na Constituinte de 1988. Além disso, destacou que o crime organizado já promove mortes e chacinas diárias nas periferias brasileiras, privando a população de direitos fundamentais. Por fim, defendeu que o Partido Missão busca retomar os territórios dominados pelo crime, de modo a garantir dignidade e acesso a políticas públicas às comunidades periféricas.
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