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Marco Rubio nega rumores de renúncia ao cargo de secretário de Estado

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que pretende permanecer no governo de Donald Trump até o fim do mandato.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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06/11 às 11:45, atualizado 13:32

Pontos principais

  • Rubio descartou relatos de que deixaria os cargos de secretário de Estado e de conselheiro de Segurança Nacional para disputar a presidência.
  • Em entrevista ao The New York Times, disse que trabalhar para Trump até o fim do mandato “sempre foi meu plano”.
  • Afirmou não saber de onde vêm os relatos de saída e que adora o trabalho que faz.
  • Recusou-se a responder perguntas sobre seu futuro político.
  • Disse que apoiaria o vice-presidente J.D. Vance se ele concorrer à Presidência.
  • O secretário-assistente de Estado para Assuntos Públicos Globais, Dylan Johnson, chamou o relato da Bloomberg de “fake news” e “totalmente inventado” no X.
  • A Bloomberg, citando fontes anônimas, afirmou que Rubio conversou com integrantes da Casa Branca sobre seu futuro após a derrota republicana nas eleições de meio de mandato.
  • Os democratas projetam maioria no Senado e na Câmara, o que deve aumentar a pressão sobre a gestão Trump.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negou os rumores de que deixaria seus cargos, incluindo o de conselheiro de Segurança Nacional. Em entrevista ao The New York Times na quinta-feira (5), ele disse que trabalhar para Trump até o fim do mandato “sempre foi meu plano” e que adora o trabalho que faz. Rubio recusou-se, porém, a responder perguntas sobre seu futuro político.

Segundo a Bloomberg, citando fontes anônimas, Rubio conversou com a Casa Branca sobre seu futuro após a derrota republicana nas eleições de meio de mandato. O secretário-assistente de Estado para Assuntos Públicos Globais, Dylan Johnson, chamou o relato de “fake news” e “totalmente inventado” em publicação no X. Rubio também disse que apoiaria o vice-presidente J.D. Vance caso ele concorra à Presidência.

Os democratas projetam maioria no Senado e na Câmara, o que deve aumentar a pressão sobre a gestão Trump.

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