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CNPE aprova plano de transição energética e diretrizes para reduzir fósseis

O CNPE aprovou o Plano Nacional de Transição Energética e 18 diretrizes para reduzir a dependência de fósseis, com meta de conclusão do mapa do caminho até 2027.

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Foto: x.com
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06/11 às 12:40, atualizado 20:15

Pontos principais

  • O presidente Lula participou da reunião extraordinária do CNPE que aprovou o Plante e as diretrizes do mapa do caminho.
  • O Plante, instituído pela Resolução CNPE nº 5/2024, divide-se em visão estratégica de longo prazo e ciclos de implementação de quatro anos.
  • A resolução aprovada estabelece 18 diretrizes, incluindo transição justa, impactos na receita pública e alinhamento de subsídios.
  • O governo federal define a medida como um passo decisivo para uma transição energética planejada e gradual.
  • Um grupo técnico interministerial permanente, o GT Plante, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia, monitorará a implementação.
  • A meta oficial é concluir o Mapa do Caminho Nacional até a COP-32, em 2027.
  • Críticos como o Greenpeace Brasil apontam que as diretrizes ainda carecem de prazos e metas claras.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta sexta-feira (6/11), em reunião extraordinária com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Plano Nacional de Transição Energética (Plante) e 18 diretrizes para a elaboração do Mapa do Caminho Nacional. Segundo o governo, a iniciativa visa reduzir gradualmente a dependência do Brasil em relação aos combustíveis fósseis, definindo o processo como uma transição justa e planejada. O Plante, formalizado pela Resolução CNPE nº 5/2024, estrutura-se em dois volumes: uma visão estratégica de longo prazo e ciclos de implementação revisados a cada quatro anos.

O Mapa do Caminho Nacional ainda não foi concluído, com o governo estabelecendo a meta de finalizá-lo até a COP-32, em 2027. Para apoiar a implementação e o monitoramento das ações, foi criado o GT Plante, um grupo técnico interministerial coordenado pelo Ministério de Minas e Energia. As diretrizes aprovadas abrangem temas como competitividade, preços da energia e alinhamento de subsídios, embora especialistas como Carolina Pasquali, do Greenpeace Brasil, tenham questionado a falta de metas e prazos concretos no documento atual.

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