Daily Journal
Daily Journal

Empresas superestimam capacidade de recuperação após ataques cibernéticos

Relatório da Veeam com mais de 900 líderes de TI mostra que 90% confiam na própria recuperação, mas só 28% das vítimas de ransomware restauraram todos os dados afetados.

Daily Journal
Foto: x.com
||
06/11 às 16:15, atualizado 18:45

Pontos principais

  • 90% dos líderes dizem confiar em se recuperar de um incidente cibernético dentro dos seus objetivos de tempo de recuperação (RTO), segundo a Veeam.
  • Só 69% afirmam que esses objetivos estão totalmente alinhados à continuidade do negócio, segundo a Veeam.
  • Entre as organizações afetadas por ransomware, 28% recuperaram todos os dados afetados, segundo a Veeam.
  • Entre as mesmas organizações, 44% recuperaram menos de 75% dos dados afetados, com média de 72%, segundo a Veeam.
  • A recuperação total chega a 40% entre as organizações que aumentaram o orçamento de segurança, contra 16% nas demais, segundo a Veeam.
  • Para a Veeam, recuperações mais fortes estão ligadas a controles efetivamente aplicados, e não apenas a políticas, e a testes realistas de recuperação.
  • Quase 50% das violações de segurança em 2026 envolveram fornecedores ou parceiros, segundo a a16z.
  • 35% das violações ocorreram por phishing ou credenciais roubadas, segundo a a16z.

A Veeam, fabricante de software de backup, publicou em abril um relatório com mais de 900 líderes de TI, segurança e risco no mundo todo. Nele, 90% dizem confiar em se recuperar de um incidente cibernético dentro dos seus objetivos de tempo de recuperação (RTO), mas só 69% afirmam que esses objetivos estão totalmente alinhados à continuidade do negócio.

Entre as organizações afetadas por ransomware, apenas 28% recuperaram todos os dados afetados, e 44% recuperaram menos de 75% deles, com média de 72%. Já a a16z afirma que quase metade das violações de segurança em 2026 envolveu terceiros, como fornecedores ou parceiros, e que 35% delas ocorreram por phishing ou credenciais roubadas.

Fonte primária

Cobertura da mídia

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.