MIT recebe US$ 38 milhões para criar adesivo de monitoramento cardíaco
Projeto PYTHIA utilizará IA e calor corporal para detectar sinais de insuficiência cardíaca e sepse de forma não invasiva.
Pontos principais
- O MIT recebeu US$ 38 milhões da ARPA-H para desenvolver um adesivo vestível.
- O dispositivo monitora biomarcadores de insuficiência cardíaca e sepse no fluido intersticial.
- A tecnologia será alimentada pelo calor do corpo humano.
- O cronograma de quatro anos prevê ensaios clínicos e o desenvolvimento de componentes eletrônicos.
- O objetivo final da iniciativa é viabilizar a produção comercial do sensor.
Pesquisadores do MIT iniciaram o desenvolvimento do projeto PYTHIA, um adesivo vestível projetado para o monitoramento contínuo de biomarcadores associados à insuficiência cardíaca e à sepse. A iniciativa conta com um financiamento de até US$ 38 milhões, equivalente a cerca de R$ 208 milhões, concedido pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Saúde dos EUA (ARPA-H).
O dispositivo utilizará inteligência artificial para processar os dados coletados a partir do fluido intersticial, sendo alimentado pelo próprio calor corporal do usuário. O plano de quatro anos abrange desde a criação dos componentes eletrônicos até a realização de ensaios pré-clínicos e clínicos, visando a futura comercialização da tecnologia para o setor de saúde.
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