Ataque russo a escola com ajuda humanitária deixa 40 mortos na Ucrânia
Bombardeio russo contra quem recebia ajuda humanitária em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, deixa 40 mortos, enquanto ataques a redes de energia afetam Kiev.
Pontos principais
- Zelensky diz que são conhecidos 40 mortos em Komyshuvakha e que mais de 30 pessoas podem seguir sob os escombros.
- Zelensky afirma que nove bombas aéreas foram lançadas: primeiro contra quem recebia ajuda humanitária, depois contra resgatistas e policiais que chegaram ao local.
- Imagens de câmera corporal da polícia ucraniana confirmam o uso de tática de 'double-tap' contra civis e equipes de resgate.
- Infraestruturas críticas de energia e água foram danificadas em Kiev após mais de 20 ataques registrados pela Ukrenergo.
- Defesas aéreas ucranianas interceptaram 272 dos 310 drones lançados pela Rússia nas últimas 24 horas.
Em paralelo, a Rússia intensificou os ataques à infraestrutura crítica da Ucrânia, e os cortes de água e energia atingiram Kiev e regiões vizinhas. A companhia de água da capital informou depois que o abastecimento foi restabelecido, e a DTEK disse que os cortes de emergência de energia terminaram.
Em Komyshuvakha, vila na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, as buscas seguem sob ameaça constante de novos ataques, e algumas vítimas ainda não foram identificadas. Zelensky chamou o ataque de insano, disse que o mundo reagiu pouco e o colocou como um entre milhares de crimes de guerra cometidos pela Rússia. Ele pediu apoio com defesa antiaérea de imediato. O Exército russo não se manifestou publicamente sobre o caso.
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