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Ataque aéreo russo contra centro de ajuda humanitária deixa 24 mortos

Ataque aéreo russo contra uma escola que distribuía ajuda humanitária em Komyshuvakha, na Ucrânia, deixou 24 mortos, segundo o serviço de emergências.

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Foto: SCMP - World
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02/11 às 15:45, atualizado 17:15

Pontos principais

  • O Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia (DSNS) confirmou 24 mortos em ataque a uma escola no distrito de Zaporizhzhia.
  • Entre as vítimas fatais estão dois socorristas e quatro policiais, além de cinco feridos, incluindo dois agentes de resgate.
  • O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que nove bombas foram lançadas contra o abrigo após um primeiro ataque inicial ao local.
  • O bombardeio ocorreu um dia após o encerramento de uma trégua humanitária na região vizinha de Kherson.
  • Autoridades locais relataram que as operações de busca e salvamento foram dificultadas por ataques recorrentes de drones russos.

O ataque ocorreu nesta segunda-feira em Komyshuvakha, povoado da região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia. Segundo o Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia (DSNS), o número de mortos subiu para 24 após o bombardeio contra um estabelecimento de ensino que funcionava como centro de distribuição de ajuda humanitária. O presidente Volodymyr Zelensky declarou que, após um primeiro impacto, outras nove bombas foram lançadas sobre o local onde os moradores buscavam abrigo. O incidente aconteceu apenas um dia após o fim de uma breve trégua humanitária na região vizinha de Kherson.

Entre as vítimas confirmadas estão dois socorristas e quatro policiais, enquanto outros cinco feridos, incluindo dois membros das equipes de resgate, seguem sob cuidados médicos. O chefe da administração regional, Semikin, informou que as operações de busca foram interrompidas diversas vezes devido a ataques de drones russos na área, e que ainda há pessoas sob os escombros. Zelensky afirmou que a Rússia tinha conhecimento de que a população local recebia assistência no estabelecimento semanalmente, classificando a ação como uma demonstração de que o país não busca a desescalada do conflito.

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