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Colisão de trens na Espanha deixa 69 mortos, incluindo estrangeiros

Colisão traseira entre dois trens de alta velocidade na estação de Urda, na província de Toledo, deixou 69 mortos, entre eles quatro americanos e um canadense.

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Foto: Global News CA World
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02/11 às 11:01, atualizado 11:32

Pontos principais

  • Colisão traseira entre dois trens de alta velocidade na estação de Urda, em 28 de outubro; o trem atingido estava parado nos trilhos.
  • O 112 de Castilla-La Mancha contava 68 mortos na tarde de 28 de outubro; o número subiu para 69 em 29 de outubro e permanecia nesse total na atualização de 30.
  • O 112 registrou 77 feridos na tarde de 28 de outubro; em 30 de outubro, 39 seguiam hospitalizados e o plano de emergência passou ao nível 1.
  • Entre as vítimas identificadas estão cidadãos da Espanha, EUA, Canadá, França, Japão, Argentina, México, Portugal, Tunísia e República Tcheca.
  • Três pessoas permanecem desaparecidas e três corpos ainda não foram identificados.
  • O governo espanhol prometeu uma investigação e melhorias no sistema ferroviário.

Uma colisão traseira entre dois trens de alta velocidade deixou 69 mortos na estação de Urda, na província de Toledo, Espanha, em 28 de outubro. Entre as vítimas fatais, as autoridades confirmaram a presença de quatro cidadãos americanos e um canadense, além de passageiros de diversas outras nacionalidades, como França, Japão, Argentina, México, Portugal, Tunísia e República Tcheca. Até o momento, 66 corpos foram identificados, enquanto três pessoas seguem desaparecidas e outros três corpos aguardam identificação oficial.

O acidente ocorreu na linha Madri-Sevilha, mesmo trecho onde outra colisão causou 46 mortes há nove meses. O primeiro-ministro Pedro Sánchez prometeu uma investigação e melhorias no sistema. O caso gerou forte repercussão política, com questionamentos sobre a segurança das ferrovias e os investimentos em infraestrutura feitos sob seus governos. O acidente ocorreu um mês antes das eleições gerais de 29 de novembro, em que Sánchez busca estender seus oito anos à frente do governo.

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