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Protestos da Geração Z na Alemanha terminam com atos de violência

Manifestações lideradas pelo movimento Gen Z regelt em 34 cidades alemãs pediram melhorias na educação e redução do custo de vida, registrando episódios de saques e vandalismo.

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Foto: G1 Mundo
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31/10 às 11:15, atualizado 20:31

Pontos principais

  • O movimento Gen Z regelt organizou protestos em 34 cidades alemãs, incluindo Berlim, Frankfurt e Munique.
  • Os manifestantes reivindicam maior investimento em educação e criticam o aumento de gastos militares.
  • A participação ficou abaixo das expectativas, com estimativas policiais entre 6 mil e 18 mil pessoas.
  • Em Frankfurt, foram registrados saques a lojas e ataques com coquetéis molotov contra serviços de emergência.
  • Autoridades alemãs alertaram para a infiltração de grupos extremistas nos atos.
  • A organização estudantil BSK distanciou-se do movimento e planeja protestos próprios para novembro.
  • Protestos similares foram registrados em outros países europeus, como França, Itália e Espanha.

Milhares de jovens participaram de manifestações em 34 cidades da Alemanha neste sábado, sob a liderança do grupo Gen Z regelt. O movimento, que protesta contra o aumento do custo de vida, a deterioração das condições educacionais e o serviço militar obrigatório, mobilizou um público significativamente menor do que as 170 mil pessoas esperadas pelos organizadores, com estimativas policiais variando entre 6 mil e 18 mil participantes.

Embora a maioria dos atos tenha ocorrido de forma pacífica, episódios de violência foram registrados em cidades como Frankfurt e Hamburgo, onde houve relatos de saques a lojas, vandalismo e ataques contra serviços de emergência. O Ministério Federal do Interior da Alemanha expressou preocupação com a possível infiltração de grupos extremistas, que estariam tentando explorar o descontentamento juvenil para promover desordem pública, cenário semelhante ao observado recentemente em protestos na França e na Itália.

Diante da tensão, a organização estudantil BSK distanciou-se formalmente da iniciativa e anunciou que planeja realizar seus próprios protestos em 20 de novembro. Enquanto isso, autoridades locais mantêm o monitoramento das áreas urbanas, enquanto comerciantes reforçaram a segurança de seus estabelecimentos temendo novos episódios de depredação.

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