Daily Journal
Daily Journal

Itaú BBA eleva recomendação da Gerdau para compra com foco nos EUA

O Itaú BBA elevou a recomendação da Gerdau, siderúrgica brasileira, de neutra para compra e o preço-alvo de R$ 29 para R$ 31, pela força da operação nos Estados Unidos.

Daily Journal
Foto: InfoMoney
||
29/10 às 11:15, atualizado 17:32

Pontos principais

  • O Itaú BBA mudou a recomendação da GGBR4 de neutra (market perform) para compra (outperform).
  • Preço-alvo para o fim de 2027 subiu de R$ 29 para R$ 31, potencial de cerca de 29% sobre o fechamento de R$ 25,46.
  • Margem EBITDA da operação nos EUA chegou a 27,7% no terceiro trimestre de 2026, a maior desde 2022, com reajustes de preços e carteira de pedidos acima de 100 dias.
  • Para 2027, margem EBITDA dos EUA de 24,6%, ante 21,3% antes, com EBITDA regional de R$ 10,3 bilhões.
  • Para 2027, margem EBITDA do Brasil de 11,7%, ante 14,4% antes, por demanda doméstica mais lenta, juros altos, inflação e expectativas mais conservadoras para o projeto Miguel Burnier.
  • EBITDA consolidado revisado para cima: R$ 13,7 bilhões em 2026 (+4,7%) e R$ 14,2 bilhões em 2027 (+2,4%).
  • A operação nos Estados Unidos responde por cerca de 73% do EBITDA; o banco destaca o dólar a cerca de R$ 5,40 como fator favorável.
  • Ação negocia a 3,6 vezes EV/EBITDA de 2027, com FCF yield de cerca de 12% e dividend yield próximo de 9%; dívida líquida de 0,3 vez o EBITDA.
  • Dividendos e recompras somaram mais de R$ 1,8 bilhão em 2026.
  • Os papéis subiram 5,69%, a R$ 25,46, nesta quinta-feira (29).

O Itaú BBA elevou a recomendação da Gerdau (GGBR4) de neutra para compra e o preço-alvo para o fim de 2027 de R$ 29 para R$ 31. Segundo o banco, fundamentos mais fortes e uma queda recente dos papéis voltaram a tornar a relação risco-retorno atrativa. A operação nos Estados Unidos é o destaque da tese, com margem EBITDA de 27,7% no terceiro trimestre, a maior desde 2022, e cerca de 73% do EBITDA da siderúrgica.

Para 2027, a margem EBITDA norte-americana foi elevada de 21,3% para 24,6%, e a brasileira reduzida de 14,4% para 11,7%, por demanda doméstica mais fraca, juros altos, inflação e expectativas mais conservadoras para o projeto Miguel Burnier.

Com as revisões, o EBITDA consolidado sobe para R$ 13,7 bilhões em 2026 e R$ 14,2 bilhões em 2027. Os papéis subiram 5,69% nesta quinta-feira (29), a R$ 25,46, e a ação negocia a 3,6 vezes o EV/EBITDA de 2027.

Fonte primária

Tópicos relacionados

Cobertura da mídia

Comentários