FICCO/Santos deflagra Operação Rebuliço contra tráfico na Baixada Santista
A FICCO/Santos deflagrou, no litoral paulista, no Brasil, a Operação Rebuliço contra organização investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com sequestro de bens de R$ 73,4 milhões.
Pontos principais
- A FICCO/Santos mobilizou 120 policiais federais e militares para cumprir 11 mandados de prisão temporária e 20 de busca e apreensão.
- Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Guarujá (SP).
- Foi determinado o sequestro de bens e valores vinculados ao grupo, no montante de R$ 73,4 milhões.
- O grupo é suspeito de enviar cocaína ao exterior e de vender cocaína e variedades concentradas de maconha em Guarujá.
- Os suspeitos usavam armamento para proteger locais de armazenamento e venda de drogas.
- A investigação identificou movimentações financeiras milionárias em contas de pessoas físicas, empresas e terceiros, além de bens de luxo registrados em nome de interpostas pessoas.
- Os investigados poderão responder por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, conforme a participação de cada um.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Santos (FICCO/Santos) deflagrou nesta quarta-feira (28/10) a Operação Rebuliço contra uma organização criminosa de atuação nacional, investigada por tráfico nacional e internacional de drogas, principalmente na Baixada Santista. A ação mobiliza 120 policiais federais e militares para cumprir 11 mandados de prisão temporária e 20 de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Guarujá. Também foi determinado o sequestro de bens e valores vinculados ao grupo, no montante de R$ 73,4 milhões.
Segundo a FICCO/Santos, integrantes do grupo são suspeitos de enviar cocaína ao exterior e de vender cocaína e variedades concentradas de maconha em Guarujá, usando armamento para proteger os locais de armazenamento e venda. A apuração identificou movimentações financeiras milionárias em contas de pessoas físicas, empresas e terceiros, além da compra de bens de luxo registrados em nome de interpostas pessoas. Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
