Fenômeno das WAGs transforma exposição em negócios no esporte
Companheiras de atletas profissionais utilizam redes sociais para construir audiência e fechar parcerias comerciais com grandes marcas globais.
Pontos principais
- O termo WAG surgiu em 2002 e evoluiu de uma conotação pejorativa para um nicho de mercado influente.
- Redes sociais permitem que essas mulheres monetizem bastidores da vida esportiva através de contratos publicitários.
- Marcas como Alo Yoga e Heineken investem no engajamento dessas influenciadoras para alcançar públicos específicos.
- O mercado de licenciamento de produtos esportivos cresceu com a atuação de parceiras de atletas como designers.
O termo WAG, que designa esposas e namoradas de atletas, deixou de ser uma classificação pejorativa para se tornar um motor de negócios no mercado esportivo. Com o auxílio das redes sociais, essas mulheres passaram a construir audiências próprias ao compartilhar bastidores da rotina de atletas, atraindo o interesse de marcas globais como Alo Yoga, Heineken e Toyota. A influência desse grupo é tamanha que algumas parceiras, a exemplo de Kristin Juszczyk, expandiram sua atuação para o licenciamento de produtos e criação de moda esportiva.
Embora o fenômeno gere oportunidades comerciais, a exposição também enfrenta desafios de aceitação pelo público e pela mídia tradicional. A tentativa da TV Globo de explorar o tema com o quadro 'Diário da Virgínia' durante a Copa do Mundo de 2026, por exemplo, foi encerrada precocemente após críticas. Apesar disso, o ecossistema continua a crescer, beneficiando inclusive pequenos designers independentes que lucram com a demanda por roupas personalizadas inspiradas nesse universo.
Cobertura da mídia
Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar.
