General Compute levanta US$ 100 milhões para nuvem de inferência de IA
A General Compute, de San Francisco, nos Estados Unidos, captou US$ 100 milhões em Série A para uma nuvem de inferência de IA que combina GPUs com chips especializados.
Pontos principais
- Rodada Série A de US$ 100 milhões, co-liderada pela Blackbird Ventures e pela Abstract Ventures.
- Também participam a Fuse Venture Partners e a Village Global, entre outros investidores.
- A nuvem dá acesso sob demanda a GPUs e a chips de inferência da Cerebras, SambaNova e Positron AI.
- Clientes podem contratar um SLA de tokens por segundo garantidos ou bare metal dedicado.
- A empresa afirma resultados até 20 vezes mais rápidos, mas também fala em até 40 vezes em comparação com GPUs.
- A empresa informa uma linha de dívida de US$ 400 milhões da Upper90 para a expansão.
- As primeiras implantações devem entrar no ar no primeiro trimestre de 2027, com mais de 50 MW em pipeline.
- A empresa cita projeção do Goldman Sachs de demanda por inferência 24 vezes maior até 2030.
A General Compute, sediada em San Francisco, nos Estados Unidos, se apresenta como a primeira nuvem de inferência para tokens ultrarrápidos. A empresa compra o hardware, instala em espaços de colocation e opera tudo, incluindo refrigeração, rede, energia e software. Os clientes de IA recebem acesso a GPUs e a chips de inferência da Cerebras, SambaNova e Positron AI, com roteamento dinâmico de cada chamada para o perfil de silício mais adequado.
Segundo a empresa, os laboratórios de IA de fronteira estão migrando suas prioridades do treinamento para a inferência, e a infraestrutura para implantar chips alternativos ficou atrás da demanda. A empresa não divulga valuation nem receita, nem os valores dos contratos com Cerebras, SambaNova e Positron AI, e não identifica clientes.
