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PF deflagra operação contra comércio ilegal de anabolizantes no AM

A Polícia Federal deflagrou no Amazonas, Brasil, a Operação Efeito Colateral para apurar possível comércio irregular de anabolizantes e peptídeos, com uma prisão em flagrante em Tabatinga.

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Foto: Polícia Federal — Últimas Notícias
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27/10 às 11:15, atualizado 12:03

Pontos principais

  • A Operação Efeito Colateral foi deflagrada na segunda-feira, 26 de outubro de 2026.
  • Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Manaus e Tabatinga, no Amazonas.
  • A PF apura possível importação e comercialização irregular de medicamentos, anabolizantes, substâncias emagrecedoras e peptídeos.
  • Foram apreendidos dispositivos eletrônicos, seringas e produtos farmacêuticos, parte deles de origem estrangeira.
  • Insumos que podem ter saído de Unidades Básicas de Saúde e do SAMU terão a origem verificada por registros de estoque e lotes.
  • Uma pessoa foi presa em flagrante em Tabatinga, com indícios de comercialização e de aplicação em terceiros.

A Polícia Federal deflagrou no dia 26 de outubro de 2026 a Operação Efeito Colateral, para apurar a possível importação, armazenamento, divulgação, comercialização e aplicação irregular de medicamentos, anabolizantes, substâncias emagrecedoras e peptídeos. As diligências foram feitas em Manaus e Tabatinga, no Amazonas, Brasil, com seis mandados de busca e apreensão, incluindo o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e, em Tabatinga, endereços comerciais, residenciais e instalações do SAMU.

Segundo a Polícia Federal, foram apreendidos dispositivos eletrônicos, anabolizantes, substâncias para emagrecimento, peptídeos, seringas e outros produtos farmacêuticos, parte deles de origem estrangeira. Insumos que, em análise preliminar, podem ter saído de Unidades Básicas de Saúde e do SAMU terão a origem verificada por registros de estoque e identificação de lotes.

Uma pessoa foi presa em flagrante em Tabatinga, com indícios de comercialização e de aplicação em terceiros. Os materiais serão submetidos à perícia e à vigilância sanitária para verificar composição, autenticidade, procedência e registro. A PF não divulgou quantidades apreendidas.

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