Livro detalha vida dupla de Mariana Callejas sob regime de Pinochet
Nova obra revela a participação de Mariana Callejas no atentado que vitimou o general chileno Carlos Prats e sua esposa em 1974.
Pontos principais
- O livro explora a trajetória de Mariana Callejas durante a ditadura de Augusto Pinochet.
- Callejas participou do atentado contra o general Carlos Prats em Buenos Aires, em 1974.
- O ataque foi executado em conjunto com seu marido, o agente americano Michael Vernon Townley.
- O general Carlos Prats, antecessor de Pinochet, e sua esposa, Sofía Cuthbert, morreram na explosão.
Um novo livro traz detalhes sobre a vida dupla de Mariana Callejas, figura central durante o regime de Augusto Pinochet no Chile. A obra investiga sua atuação como agente e sua participação direta no atentado que resultou na morte do general Carlos Prats, antecessor de Pinochet, e de sua esposa, Sofía Cuthbert, em 1974.
O ataque ocorreu em Buenos Aires, quando Callejas tentou acionar o detonador de uma bomba instalada no veículo do casal. Após falhas técnicas no dispositivo inicial, o artefato foi finalmente explodido por seu marido, o agente americano Michael Vernon Townley. O relato documental resgata o contexto de repressão da época e a complexa rede de operações clandestinas que marcou o período sob o comando de Pinochet.
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