Presidente da CNI defende união nacional após reeleição de Lula
Ricardo Alban, presidente da CNI, pede que o país abandone a divisão entre "nós e eles" após o processo eleitoral e diz que a indústria está à disposição para contribuir com propostas.
Pontos principais
- Em vídeo publicado em 26/10, Ricardo Alban pede que se exclua a expressão "nós e eles" do vocabulário e afirma: "Temos que ser uma única nação".
- Para Alban, essa união exige a participação da sociedade civil, dos poderes constituídos, dos trabalhadores e dos empregadores.
- O Sistema Indústria apresentou o Brasil 2050 aos candidatos no período pré-eleitoral, como conjunto de projetos estruturantes para o crescimento econômico sustentável e o desenvolvimento social.
- Alban diz que a indústria está "à disposição, totalmente disponíveis" para contribuir com propostas e soluções.
- Ele defende que o caminho ofereça aos jovens perspectivas e oportunidades.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defendeu a união do país após o processo eleitoral do domingo (25). Em posicionamento em vídeo publicado em 26 de outubro, ele afirmou que o primeiro passo para "um único Brasil, uma única sociedade" é excluir do vocabulário a expressão "nós e eles". Segundo Alban, essa construção exige a participação da sociedade civil, dos poderes constituídos, dos trabalhadores e dos empregadores.
O Sistema Indústria apresentou aos candidatos, no período pré-eleitoral, o Brasil 2050, conjunto de projetos estruturantes voltados ao crescimento econômico sustentável e ao desenvolvimento social. Ao encerrar a mensagem, Alban afirmou que a indústria está "à disposição, totalmente disponíveis" para contribuir com propostas e soluções, e defendeu que o caminho ofereça aos jovens perspectivas e oportunidades.
