Desmatamento na Amazônia e no Cerrado atinge menores taxas da história
Dados oficiais mostram queda expressiva no desmatamento, impulsionando a agenda de sustentabilidade do agronegócio brasileiro no mercado global.
Pontos principais
- Desmatamento na Amazônia recuou 41,8%, somando 3.335 km² entre agosto de 2025 e julho de 2026.
- No Cerrado, a redução foi de 23,8%, com 5.516,69 km² desmatados no mesmo período.
- Plano Safra 2026/2027 introduziu juros menores para produtores com práticas sustentáveis.
- BNDES destinou R$ 147,6 milhões para monitoramento ambiental via inteligência artificial.
- Fundo Amazônia atingiu R$ 7,8 bilhões em recursos comprometidos com 160 projetos aprovados.
O Brasil registrou uma queda histórica nas taxas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre agosto de 2025 e julho de 2026. Segundo dados do governo federal, a Amazônia teve uma redução de 41,8%, enquanto o Cerrado apresentou queda de 23,8% no período. Esses resultados são fundamentais para a estratégia do agronegócio brasileiro, que busca consolidar sua imagem de sustentabilidade para ampliar o acesso a mercados internacionais exigentes.
Para sustentar esse avanço, o governo implementou incentivos no Plano Safra 2026/2027, oferecendo juros reduzidos a produtores que mantêm o Cadastro Ambiental Rural regular. Paralelamente, o BNDES investiu R$ 147,6 milhões no sistema SIM-Biomas, utilizando inteligência artificial para o monitoramento ambiental. Com R$ 7,8 bilhões já comprometidos pelo Fundo Amazônia em 160 projetos, o país reforça o compromisso com a preservação ambiental como pilar de competitividade econômica.
