Documentário sobre Elon Musk perde espaço nos cinemas dos EUA
Após duas semanas de estreia, o documentário "Musk" teve sua exibição reduzida em 87% nos cinemas norte-americanos.
Pontos principais
- O número de salas exibindo o documentário caiu de 472 para 63.
- A produção arrecadou US$ 588,5 mil em bilheteria até o momento.
- Elon Musk classificou o filme como uma peça de ataque.
- Campanhas publicitárias do longa sofreram restrições em redes sociais.
- Não há previsão de lançamento do documentário no Brasil.
O documentário "Musk", dirigido por Alex Gibney, enfrenta dificuldades de permanência no circuito comercial norte-americano. A produção teve sua presença reduzida em 87% apenas duas semanas após a estreia, passando de 472 para 63 salas de cinema. Até a última sexta-feira, o filme acumulou uma bilheteria de US$ 588,5 mil, um desempenho considerado abaixo das expectativas para o gênero.
A obra tem sido alvo de controvérsias desde o seu anúncio, com o próprio Elon Musk criticando o conteúdo e classificando-o como uma peça de ataque. Além da recepção morna do público, a divulgação do documentário encontrou obstáculos significativos, enfrentando restrições em plataformas como YouTube, Meta, TikTok e X. Até o momento, não existe uma previsão oficial para o lançamento do filme em território brasileiro.
