Regulador britânico aponta falha em proteção de crianças nas redes
Relatório do Ofcom revela que medidas de segurança não reduziram danos a menores em plataformas como TikTok e Instagram após nove meses de vigência.
Pontos principais
- O regulador britânico Ofcom admitiu que as novas exigências de segurança online não limitaram a exposição de crianças a conteúdos nocivos.
- A proporção de menores que sofrem danos em redes sociais permaneceu estável desde a implementação das regras.
- O estudo avaliou o impacto das normas em plataformas populares como TikTok e Instagram.
- Grupos de defesa de crianças classificaram a ausência de progresso como estonteante.
O regulador britânico Ofcom divulgou uma avaliação indicando que as medidas de segurança implementadas nas redes sociais não foram suficientes para reduzir os danos sofridos por crianças. Após nove meses de vigência das novas exigências, a proporção de menores expostos a conteúdos inseguros em plataformas como TikTok e Instagram permaneceu praticamente inalterada, frustrando as expectativas iniciais de proteção digital.
A falta de resultados práticos gerou críticas severas de organizações de defesa dos direitos das crianças, que descreveram o cenário como estonteante. O relatório destaca a dificuldade das empresas em conter riscos sistêmicos, mesmo sob a pressão de novas normas regulatórias. O órgão agora enfrenta o desafio de revisar suas estratégias para garantir um ambiente online mais seguro para o público infantojuvenil no Reino Unido.
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