Abag pede cinco políticas permanentes ao próximo presidente
A Abag pede ao próximo presidente do Brasil cinco políticas permanentes para a agroindústria, com prioridade desde os primeiros meses de governo.
Pontos principais
- A entidade pede que as cinco políticas sejam tratadas como permanentes e tenham prioridade desde os primeiros meses do próximo governo.
- Financiamento, seguro rural e resiliência climática: marco plurianual de financiamento, seguro rural como política permanente e um Fundo Nacional de Catástrofes Climáticas.
- Política industrial para insumos, máquinas e tecnologias, com proteção à propriedade intelectual e eliminação do passivo regulatório que atrasa o acesso à inovação.
- Governança, planejamento e financiamento da infraestrutura, com logística multimodal, armazenagem, energia, conectividade digital e licenciamento.
- Comunicação, educação e valorização da agroindústria, com foco na contribuição do setor para a segurança alimentar, a sustentabilidade e a inovação.
- Inserção internacional e defesa da competitividade, com acesso a mercados e enfrentamento de barreiras tarifárias e não tarifárias.
A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) apresentou ao próximo presidente da República uma agenda estratégica para a agroindústria brasileira. Segundo a entidade, cinco políticas públicas devem ser tratadas como permanentes e ter prioridade desde os primeiros meses de governo. Elas são alicerces de uma estratégia nacional de competitividade e não esgotam o conjunto de propostas da agenda.
A Abag afirma que o avanço do setor não será alcançado por iniciativas isoladas, e aponta como entraves o elevado custo do capital, a complexidade regulatória, a insegurança jurídica, a baixa eficiência administrativa, a fragmentação institucional e as deficiências de infraestrutura.
