Pesquisador publica jailbreak do Switch 2 para firmware 23.0.1
Um jailbreak software-only e tethered para o Switch 2, no firmware 23.0.1, permite executar código nativo e modificar jogos, mas precisa ser refeito a cada reinicialização do console.
Pontos principais
- Sammy Hajhamid (pepsipu) publicou o ns2jb, jailbreak software-only para o Switch 2 no firmware 23.0.1.
- O método é tethered: precisa ser executado de novo após cada reinicialização ou desligamento do console.
- A entrada é um overflow de inteiro de 32 bits no interpretador BASIC do SmileBASIC 4, jogo do Switch 1 disponível na eShop.
- Um REMOVE com índices fora da faixa move a memória além dos limites e dá leitura e escrita.
- Com esse acesso, o autor explorou um estouro de buffer no heap do sysmodule fs e passou a despejar o armazenamento interno.
- O autor trocou o executável carregado pelo loader e passou a rodar código nativo com as permissões de um sysmodule comum.
- Segundo o autor, o trabalho levou cerca de duas semanas e usou o Codex, da OpenAI, como agente.
- O autor diz que é, até onde sabe, a primeira exploração desse tipo para o Switch 2.
- A demonstração foi uma modificação de Mario Kart World, com personagens extras como Hatsune Miku e Cinnamoroll.
- Segundo o autor, outros sysmodules integrados ainda não foram comprometidos, e o exploit também foi testado no Switch 1, sem empacotamento.
- O texto não cita nenhuma resposta da Nintendo.
O pesquisador Sammy Hajhamid divulgou um jailbreak software-only para o Switch 2 no firmware 23.0.1, que permite executar código nativo e modificar jogos. Segundo o autor, é a primeira exploração desse tipo para o console, até onde ele sabe, e o trabalho levou cerca de duas semanas com o Codex, da OpenAI, como agente. A demonstração foi uma modificação de Mario Kart World, com personagens como Hatsune Miku e Cinnamoroll.
A entrada está no SmileBASIC 4, jogo do Switch 1 disponível na eShop: um REMOVE com índices fora da faixa move a memória além dos limites e dá leitura e escrita, falha que o Codex localizou. Daí o exploit chega ao sysmodule fs, por um estouro de buffer no heap, e troca o executável carregado pelo loader, o que permite rodar código nativo com as permissões de um sysmodule comum.
O método é tethered: o procedimento precisa ser repetido a cada reinicialização ou desligamento do console. Segundo o autor, outros sysmodules integrados ainda não foram comprometidos, e o exploit também foi testado no Switch 1, sem empacotamento. O texto não cita nenhuma resposta da Nintendo.
