Trump invoca lei de defesa para impulsionar produção de petróleo
Trump invoca a Lei de Produção de Defesa para autorizar compras e compromissos financeiros que ampliem a capacidade de petróleo e refino nos EUA.
Pontos principais
- Trump determina que a capacidade doméstica de petróleo é recurso industrial essencial à defesa nacional dos EUA.
- A capacidade abrangida inclui exploração e produção, dutos de coleta e transmissão, armazenamento e terminais marítimos.
- Trump afirma que a indústria não consegue entregar essa capacidade a tempo, por financiamento restrito, prazos longos de implantação, gargalos de licenciamento e infraestrutura e limitações na cadeia de suprimentos.
- A determinação manda o secretário de Guerra implementar a decisão com compras, compromissos de compra e instrumentos financeiros.
- A decisão invoca a emergência nacional de energia da Ordem Executiva 14156 (janeiro de 2025) e dispensa os requisitos da seção 303(a)(1) a (a)(6) da lei.
- O texto não nomeia projetos, empresas nem valores, e não fixa prazos.
O presidente Donald Trump determinou que a capacidade doméstica de produção, refino e logística de petróleo é recurso industrial essencial à defesa nacional dos Estados Unidos. Ao invocar a seção 303 da Lei de Produção de Defesa de 1950, ele dispensa os requisitos da seção 303(a)(1) a (a)(6) para expandir essa capacidade e autoriza o secretário de Guerra a fazer compras, assumir compromissos de compra e usar instrumentos financeiros para viabilizar os projetos. A capacidade abrangida inclui exploração e produção, dutos de coleta e transmissão, armazenamento e terminais marítimos.
Trump afirma que a indústria não consegue entregar essa capacidade a tempo, por causa de financiamento restrito, longos prazos de implantação, gargalos de licenciamento e infraestrutura e limitações na cadeia de suprimentos. Para isso, a decisão invoca a emergência nacional de energia declarada na Ordem Executiva 14156, de janeiro de 2025, e determina que seja publicada no Federal Register. A determinação de Trump não nomeia projetos, empresas nem valores, e não fixa prazos.
