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Coreia do Norte anuncia retomada de transmissões de propaganda na fronteira

Kim Yo Jong, do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, diz que alto-falantes de guerra psicológica contra a Coreia do Sul estarão em operação ao longo de toda a fronteira ainda em outubro, em resposta a transmissões de advertência e tiros de advertência sul-coreanos.

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Foto: The Guardian World
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22/10 às 01:31, atualizado 04:01

Pontos principais

  • Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, afirma que os alto-falantes de guerra psicológica estarão em operação ao longo de toda a fronteira "dentro de outubro".
  • Segundo ela, a medida é a "resposta mais justa e apropriada" a transmissões de advertência e tiros de advertência sul-coreanos, registrados em pelo menos dois pontos da fronteira no dia 21 de outubro.
  • Ela diz ter inspecionado a fronteira com o marechal Pak Jong Chon na madrugada de 21 de outubro e afirma que o trecho está "bloqueado e transformado em fortaleza".
  • Kim Yo Jong afirma que, se os tiros de advertência causarem dano real à segurança territorial ou aos militares, os guardas de fronteira "não mostrarão misericórdia".
  • Ela afirma que as equipes de caça tática estão ocupando novas posições, que o Norte exerce "grande contenção" e que fortificar a fronteira eliminaria o risco de conflito militar na área.

Kim Yo Jong, diretora de departamento do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, afirma que os alto-falantes de guerra psicológica contra a Coreia do Sul estarão em operação ao longo de toda a fronteira ainda em outubro. Em declaração divulgada pela agência estatal KCNA, de Pyongyang, ela diz ter inspecionado a divisa na madrugada de 21 de outubro, ao lado do marechal Pak Jong Chon, e que o trecho está "bloqueado e transformado em fortaleza". Segundo ela, a medida é a resposta apropriada a transmissões de advertência e tiros de advertência sul-coreanos, registrados em pelo menos dois pontos da fronteira no mesmo dia.

Kim Yo Jong afirma também que, se os tiros de advertência causarem dano real à segurança territorial ou aos militares norte-coreanos, os guardas de fronteira "não mostrarão misericórdia". Ela diz que o Norte exerce "grande contenção" e se prepara para contingências, e que fortificar a fronteira eliminaria o risco de conflito militar na área.

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