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Presidente da Colômbia ordena retirada de obras do Museu Nacional

Abelardo de la Espriella removeu 30 peças sobre feminismo e direitos LGBTQIA+ do museu, gerando protestos e intervenção judicial na Colômbia.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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21/10 às 04:30, atualizado 23/10 às 04:09

Pontos principais

  • O presidente Abelardo de la Espriella ordenou a retirada de 30 peças do Museu Nacional em Bogotá.
  • As obras removidas abordavam temas como feminismo, diversidade sexual e processos de paz.
  • A medida provocou protestos da sociedade civil e de instituições culturais no país.
  • A Justiça colombiana determinou a preservação das obras enquanto o caso é analisado.

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, ordenou a retirada de 30 peças do acervo do Museu Nacional, localizado em Bogotá. As obras removidas tratavam de temas sensíveis, incluindo o movimento feminista, direitos da comunidade LGBTQIA+ e registros históricos sobre processos de paz no país. A decisão gerou forte reação de grupos da sociedade civil e de instituições culturais, que classificaram o ato como uma tentativa de censura institucional.

Em resposta à controvérsia, o Poder Judiciário colombiano interveio no caso e determinou a preservação imediata das obras. A medida judicial garante que os itens permaneçam sob custódia enquanto o mérito da decisão presidencial é analisado pelos tribunais. Até o momento, não houve um pronunciamento oficial detalhando os critérios utilizados pelo governo para a seleção e remoção das peças do museu.

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