Presidente da Colômbia ordena retirada de obras do Museu Nacional
Abelardo de la Espriella removeu 30 peças sobre feminismo e direitos LGBTQIA+ do museu, gerando protestos e intervenção judicial na Colômbia.
Pontos principais
- O presidente Abelardo de la Espriella ordenou a retirada de 30 peças do Museu Nacional em Bogotá.
- As obras removidas abordavam temas como feminismo, diversidade sexual e processos de paz.
- A medida provocou protestos da sociedade civil e de instituições culturais no país.
- A Justiça colombiana determinou a preservação das obras enquanto o caso é analisado.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, ordenou a retirada de 30 peças do acervo do Museu Nacional, localizado em Bogotá. As obras removidas tratavam de temas sensíveis, incluindo o movimento feminista, direitos da comunidade LGBTQIA+ e registros históricos sobre processos de paz no país. A decisão gerou forte reação de grupos da sociedade civil e de instituições culturais, que classificaram o ato como uma tentativa de censura institucional.
Em resposta à controvérsia, o Poder Judiciário colombiano interveio no caso e determinou a preservação imediata das obras. A medida judicial garante que os itens permaneçam sob custódia enquanto o mérito da decisão presidencial é analisado pelos tribunais. Até o momento, não houve um pronunciamento oficial detalhando os critérios utilizados pelo governo para a seleção e remoção das peças do museu.
