AIE acelera a liberação das reservas de petróleo e avalia novas ações
A AIE concordou em acelerar a liberação dos cerca de 100 milhões de barris restantes de sua ação coletiva de março, incluindo mais de 20 milhões de barris de diesel, e deixou eventuais novas medidas para depois de nova avaliação do mercado.
Pontos principais
- Cerca de 330 milhões de barris já foram liberados dentro da ação coletiva de março de 2026.
- Os membros se comprometeram a concluir as liberações restantes, de cerca de 100 milhões de barris, de forma oportuna e conforme as circunstâncias nacionais.
- O Conselho concordou em acelerar o volume restante, com planos específicos já definidos, incluindo mais de 20 milhões de barris de diesel o mais rápido possível.
- Alguns membros liberaram volumes acima do prometido em março, e o total de estoques liberados deve superar os 400 milhões de barris originais.
- Membros com capacidade de produção e refino foram encorajados a aumentar a oferta de petróleo bruto e derivados, sobretudo diesel.
- O Conselho reafirmou a importância do livre fluxo do comércio de energia.
- A ação coletiva foi lançada em março de 2026 em resposta à crise no Estreito de Ormuz.
O Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia (AIE), com sede em Paris, reiterou em reunião de 15 de outubro de 2026 seu compromisso com a segurança energética internacional. Segundo o Conselho, a Secretaria da AIE avaliou que o mercado de petróleo segue apertado, sobretudo no diesel, e os governadores declararam disposição para tomar novas medidas, na sequência da declaração do G7 de 2 de outubro.
A ação coletiva de março de 2026 segue em execução. A Secretaria acompanhará o cumprimento dos compromissos e informará o G7 e o Conselho sobre as medidas adicionais que forem necessárias, com base em uma nova avaliação do mercado de petróleo, com foco em diesel.
Fonte primária
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