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Operadoras europeias exploram candidatura conjunta a espectro de satélite

Deutsche Telekom, Orange, Telefónica e Vodafone assinaram carta de intenção para explorar candidatura conjunta a espectro de satélite na Europa, visando serviços D2D.

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Foto: Telefonica
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19/10 às 09:01, atualizado 12:45

Pontos principais

  • A iniciativa apoia a ambição da Comissão Europeia de reforçar a soberania, a segurança e a resiliência da conectividade crítica europeia.
  • As quatro operadoras planejam montar infraestrutura terrestre de rede e funções de coordenação e monitoramento no continente.
  • O consórcio busca oferecer acesso aberto e não discriminatório a todas as operadoras móveis para serviços direto ao dispositivo (D2D).
  • O modelo proposto visa reduzir a fragmentação do mercado europeu e expandir as opções de conectividade para o consumidor final.
  • A proposta busca garantir governança europeia sobre a infraestrutura espacial, posicionando-se como alternativa a provedores globais como a Starlink.
  • As empresas afirmam que a carta de intenções não substitui as parcerias satelitais já existentes de cada operadora.
  • O parceiro satelital para a operação ainda será selecionado pelas companhias.

Deutsche Telekom, Orange, Telefónica e Vodafone assinaram uma carta de intenção para explorar uma candidatura conjunta à futura alocação de espectro de Serviços Móveis por Satélite (MSS) na Europa. O plano estratégico das quatro operadoras consiste em montar infraestrutura terrestre de rede e funções de coordenação e monitoramento em solo europeu, sem a necessidade de investir em uma constelação própria de satélites. A escolha do parceiro satelital que viabilizará a operação ainda será definida pelas empresas.

A iniciativa é apresentada como uma forma de promover a soberania tecnológica e a resiliência da conectividade crítica no continente, em um movimento que busca reduzir a fragmentação do mercado e oferecer uma alternativa competitiva a provedores globais como a Starlink. Segundo as operadoras, o consórcio pretende garantir que o acesso ao espectro seja feito de maneira aberta e não discriminatória para todo o setor móvel. O projeto, contudo, não altera as parcerias satelitais que cada uma das empresas já mantém de forma independente atualmente.

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