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Estudo na Paraíba revela campo magnético fraco no período cambriano

Pesquisadores identificaram que o campo magnético da Terra permaneceu enfraquecido durante a explosão cambriana, conforme registros em rochas.

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Foto: Jornal da USP
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16/10 às 11:02

Pontos principais

  • Análise de formações rochosas na Paraíba serviu como base para o estudo geológico.
  • Rochas atuaram como fósseis magnéticos que preservaram a intensidade do campo antigo.
  • A cristalização do núcleo interno da Terra pode ter reduzido a força do campo magnético.
  • O fenômeno coincidiu com o período de rápida diversificação da vida na Terra.

Pesquisadores realizaram um estudo geológico na Paraíba que identificou um enfraquecimento prolongado do campo magnético terrestre durante o período cambriano. As rochas analisadas funcionaram como fósseis magnéticos, preservando registros precisos da intensidade do campo magnético da época em que a vida na Terra passava por um processo acelerado de diversificação.

A equipe científica sugere que a cristalização do núcleo interno do planeta pode ter sido o fator responsável pela redução na intensidade magnética observada. Embora o estudo não estabeleça uma relação de causa e efeito direta com a explosão cambriana, os dados fornecem novas evidências sobre como processos internos da Terra influenciaram o ambiente de superfície e o desenvolvimento biológico ao longo de milhões de anos.

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