Choques energéticos adiam meta de inflação de 2% no Reino Unido
O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, afirmou que o conflito no Oriente Médio pressiona os preços e dificulta o alcance da meta inflacionária.
Pontos principais
- Andrew Bailey declarou que choques energéticos do Oriente Médio atrasaram a meta de inflação de 2%.
- O governador afirmou que ainda é prematuro avaliar os impactos de segunda rodada na inflação.
- Bailey destacou que o efeito completo dos custos de energia nos preços finais ainda não é visível.
- O Banco da Inglaterra endureceu as condições financeiras sem a necessidade de elevar as taxas de juros.
- Cortes nas taxas de juros estão descartados pelo Banco da Inglaterra neste momento.
- O dirigente evitou dar indicações sobre a próxima decisão de política monetária da instituição.
O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, declarou que choques energéticos decorrentes do conflito no Oriente Médio adiaram o alcance da meta de inflação de 2%. Segundo Bailey, ainda é cedo para avaliar os efeitos de segunda rodada na definição de preços e salários. O dirigente ressaltou que as condições financeiras foram endurecidas sem a necessidade de novos aumentos nas taxas de juros, que permanecem sem previsão de cortes no curto prazo.
Cobertura da mídia
Bank of England Governor Says Too Early to Make Call on Second-Round Inflation
WSJ World • 16 out, 03:54
‘Early days’ to see full effect of energy prices on inflation, BoE’s Bailey says
Financial Times World • 16 out, 00:12
BOE’s Bailey Sees Little Evidence of Second-Round Inflation
Bloomberg - Economics • 16 out, 00:21
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