Andrew Bailey descarta efeitos de segunda ordem na inflação do Reino Unido
Governador do Banco da Inglaterra aponta mercado de trabalho em desaceleração e minimiza riscos inflacionários antes de decisão sobre juros.
Pontos principais
- Andrew Bailey afirmou que o Reino Unido não enfrenta efeitos significativos de segunda ordem na inflação.
- O governador citou o arrefecimento do mercado de trabalho como um fator determinante para a atual conjuntura.
- As declarações foram feitas durante o encontro anual do Federal Reserve em Jackson Hole, Wyoming.
- A fala ocorre antes da próxima reunião de política monetária do Banco da Inglaterra, agendada para 17 de setembro.
O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, declarou que a economia britânica não apresenta efeitos de segunda ordem expressivos na inflação. Em entrevista à Bloomberg durante o encontro anual do Federal Reserve em Jackson Hole, Bailey destacou que o mercado de trabalho do país está em processo de desaceleração, o que contribui para aliviar pressões inflacionárias persistentes. A avaliação do dirigente é vista como um sinal importante para o mercado financeiro, que monitora de perto as próximas movimentações da autoridade monetária. A declaração ocorre poucos dias antes da reunião de política monetária do Banco da Inglaterra, marcada para 17 de setembro, quando a instituição decidirá sobre o futuro da taxa de juros. A ausência de efeitos de segunda ordem sugere uma postura mais cautelosa e menos agressiva por parte do banco central britânico no combate à inflação.
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