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Preços ao produtor nos EUA sobem 1,3% em setembro, maior alta desde 2022

O índice de preços ao produtor dos EUA avançou 1,3% em setembro, impulsionado por um salto nos custos de energia, segundo o Bureau of Labor Statistics.

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Foto: InfoMoney
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15/10 às 10:02, atualizado 12:33

Pontos principais

  • O índice de preços ao produtor (demanda final) subiu 1,3% em setembro, a maior alta mensal desde março de 2022.
  • Na comparação anual, o índice registrou um avanço de 6,3%, o maior patamar desde dezembro de 2022.
  • O setor de energia foi o principal vetor da inflação, com alta de 10,8% nos preços de bens de demanda final.
  • Os preços da gasolina subiram 20,3% no período, enquanto os serviços de transporte e armazenagem cresceram 3,4%.
  • O resultado superou as expectativas de economistas consultados, que projetavam altas menores para o mês e o ano.

O índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos registrou uma alta de 1,3% em setembro, conforme dados divulgados pelo U.S. Bureau of Labor Statistics. Este é o maior aumento mensal observado desde março de 2022, quando o índice avançou 1,7%. Na base anual, sem ajuste sazonal, a inflação ao produtor atingiu 6,3%, marcando o maior patamar desde dezembro de 2022, quando o indicador alcançou 6,4%.

A pressão inflacionária foi impulsionada majoritariamente pelo setor de energia, que apresentou um crescimento de 10,8% nos bens de demanda final. Dentro deste segmento, o preço da gasolina registrou uma alta expressiva de 20,3%. Além disso, o setor de serviços contribuiu para o resultado com um aumento de 0,8%, refletindo elevações nas margens do comércio e nos custos de transporte e armazenagem. O desempenho superou as previsões de economistas, que estimavam altas de 0,6% no mês e 5,5% no acumulado de doze meses, em um cenário de incertezas econômicas agravado pelo conflito com o Irã.

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