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Setores de comércio e serviços cobram ajuste fiscal e redução de juros

Entidades do comércio e serviços pedem ajuste fiscal e cautela em reformas para estimular o consumo e conter a desaceleração econômica no Brasil.

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Foto: InfoMoney
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13/10 às 05:45

Pontos principais

  • Empresários defendem superávit primário entre 2% e 2,5% do PIB.
  • Setores apontam juros altos e endividamento das famílias como entraves ao crescimento.
  • Entidades manifestam preocupação com possíveis mudanças na escala de trabalho 6x1.
  • CNC critica a isenção de imposto de importação para compras de até 50 dólares.
  • Reforma administrativa é apontada como prioridade para reduzir despesas do Estado.

Representantes dos setores de comércio e serviços apresentaram uma série de demandas econômicas voltadas ao governo, destacando a necessidade urgente de um ajuste fiscal robusto. O objetivo é alcançar um superávit primário entre 2% e 2,5% do PIB, medida vista como essencial para estabilizar a economia diante de uma desaceleração que mantém o crescimento médio abaixo de 2% ao ano. Além disso, as entidades apontam que a atual taxa de juros e o elevado endividamento das famílias limitam severamente o consumo e os investimentos privados.

O setor também manifestou cautela em relação a pautas trabalhistas, como o debate sobre a escala 6x1, temendo impactos negativos para pequenas e médias empresas. Entre as reivindicações, destacam-se a defesa de uma reforma administrativa para modernizar o Estado, a manutenção da neutralidade na carga tributária durante a transição da Reforma Tributária e a revisão da isenção de impostos para compras internacionais de até 50 dólares.

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