Modelos de trabalho flexível podem reduzir disparidade salarial na Austrália
Pesquisa aponta que cargos de chefia em tempo parcial e co-CEOs ajudam a reter mulheres na liderança e diminuir a desigualdade salarial.
Pontos principais
- A Workplace Gender Equality Agency defende a flexibilização de cargos seniores para reter talentos femininos.
- Mulheres na Austrália recebem, em média, US$ 0,79 para cada US$ 1 ganho por homens.
- A falta de opções flexíveis e a sobrecarga com cuidados domésticos são barreiras para a ascensão feminina.
- A agência alertou para o aumento da resistência corporativa em relação a políticas de igualdade de gênero.
A Workplace Gender Equality Agency, órgão responsável por monitorar a equidade no mercado de trabalho australiano, defende que a adoção de modelos de trabalho flexíveis é essencial para combater a disparidade salarial de gênero. A proposta sugere que a implementação de cargos de chefia em tempo parcial e o uso de co-CEOs podem ser estratégias eficazes para reter mulheres em posições de liderança, superando barreiras como a desigualdade na divisão de responsabilidades domésticas.
Atualmente, os dados indicam que as mulheres na Austrália ganham em média US$ 0,79 para cada US$ 1 recebido por homens. Além de propor mudanças estruturais, a agência expressou preocupação com o crescimento da resistência corporativa em relação a iniciativas de igualdade de gênero, reforçando a necessidade de novas abordagens para garantir a permanência de mulheres em cargos seniores e promover um ambiente de trabalho mais equilibrado.
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