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Empresas mexicanas priorizam riscos internos sobre tensões comerciais

Investidores no México apontam que problemas domésticos, como criminalidade e reforma judicial, são ameaças maiores que incertezas com os EUA.

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12/10 às 10:01, atualizado 13:45

Pontos principais

  • Empresas mexicanas priorizam riscos domésticos ao planejar investimentos.
  • O cenário interno é considerado mais preocupante do que as tensões comerciais com Washington.
  • O presidente do CCE, José Medina Mora, destacou a criminalidade, a reforma judicial e a pressão fiscal como principais preocupações.

Empresas mexicanas estão priorizando a análise de riscos domésticos em vez de incertezas comerciais ao tomarem decisões de investimento. O cenário interno do país é atualmente visto como uma preocupação maior para o setor empresarial do que as tensões nas relações comerciais com Washington.

Segundo José Medina Mora, presidente do Conselho Coordenador Empresarial (CCE), fatores como a criminalidade, os impactos da reforma judicial e a pressão fiscal exercem um peso mais significativo sobre o planejamento das companhias. Essa percepção reflete uma mudança de foco, onde a estabilidade do ambiente de negócios local é tratada como um desafio mais imediato do que as possíveis tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos.

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