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Preço do açúcar sobe 3% em Nova York com temor sobre safra brasileira

Cotações de commodities agrícolas operam de forma mista na bolsa de Nova York, impulsionadas por preocupações climáticas e oferta global.

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Foto: Globo Rural
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12/10 às 10:31, atualizado 17:02

Pontos principais

  • O açúcar demerara para março de 2027 subiu 3,01%, cotado a 20,86 centavos de dólar a libra-peso.
  • O fenômeno El Niño gera incertezas sobre a produtividade da cana-de-açúcar no Brasil.
  • O café arábica apresenta leve desvalorização pressionado pelo aumento da oferta brasileira.
  • O cacau registra oscilações mínimas influenciado por chuvas na Costa do Marfim.
  • Suco de laranja e algodão mantêm variações moderadas nas negociações desta sessão.

As cotações de commodities agrícolas operam de forma mista na bolsa de Nova York, refletindo um cenário de incertezas climáticas e ajustes na oferta global. O destaque da sessão foi o açúcar, que registrou uma alta de 3,01% nos contratos para março de 2027. O movimento é atribuído à intensificação do fenômeno El Niño, que levanta preocupações sobre o impacto direto na safra de cana-de-açúcar brasileira e, consequentemente, na disponibilidade do produto no mercado internacional.

Enquanto o açúcar ganha força, outros produtos agrícolas apresentam comportamentos distintos. O café arábica sofreu uma leve desvalorização, pressionado pelo aumento da oferta interna no Brasil, que equilibra a menor produção colombiana. Paralelamente, o mercado de cacau mantém estabilidade diante de chuvas na Costa do Marfim, enquanto o suco de laranja e o algodão operam com variações marginais, refletindo a cautela dos investidores frente aos dados de produção e câmbio.

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