Austrália mantém política de não receber combustível russo
Em coletiva em Fairfield West, na Austrália, o ministro Chris Bowen disse que o país não quer combustível russo e que a política não muda, mesmo com o acordo noticiado entre Trump e Putin para liberar diesel russo.
Pontos principais
- Bowen diz que a Austrália não precisa nem quer combustível russo e que o governo fez arranjos com parceiros comerciais para que ele não chegue ao país.
- Segundo Bowen, a política não muda, e a Rússia não deve ser recompensada pela invasão ilegal e imoral da Ucrânia por arranjos decorrentes da crise no Oriente Médio.
- Bowen informou 43 dias de estoque de gasolina, 31 de diesel e 30 de querosene de aviação.
- Bowen informou 51 navios com combustível a caminho da Austrália e 3,2 bilhões de litros contratados para entrega nas próximas quatro semanas.
- Sobre o acordo noticiado entre Donald Trump e Vladimir Putin para liberar diesel russo nos mercados, Bowen disse que o que os Estados Unidos fazem é assunto deles.
Em coletiva em Fairfield West, Nova Gales do Sul, o ministro para Mudanças Climáticas e Energia, Chris Bowen, disse que a posição do país sobre combustível russo não vai mudar. Segundo ele, a Rússia não deve ser recompensada pela invasão da Ucrânia por arranjos decorrentes da crise no Oriente Médio, e Bowen afirmou que não quer que Vladimir Putin se beneficie da guerra na região.
Sobre o acordo noticiado entre Donald Trump e Vladimir Putin para liberar diesel russo nos mercados, Bowen disse que cada país define suas próprias políticas. Ele não respondeu se a Austrália fez gestões junto aos Estados Unidos sobre o tema.
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