Putin minimiza crise de combustível enquanto intensifica ataques à Ucrânia
Presidente russo nega gravidade na escassez de gasolina após ataques a refinarias enquanto bombardeios deixam dezenas de mortos em Kiev.
Pontos principais
- Vladimir Putin classificou a crise de combustíveis como não crítica, apesar de uma queda de 17% na produção nacional.
- Ataques ucranianos a refinarias russas desde março reduziram em um terço a capacidade de refino do país.
- O governo da Rússia autorizou a produção de gasolina de qualidade inferior para evitar o racionamento severo.
- Bombardeios russos contra Kiev duraram 11 horas e resultaram em pelo menos 30 mortes.
- A região da Crimeia enfrenta a situação mais crítica, com suspensão temporária na venda de combustíveis.
O presidente Vladimir Putin minimizou os impactos da escassez de combustíveis na Rússia, mesmo diante de uma redução de 17% na produção de gasolina. A crise foi agravada por uma série de ataques ucranianos iniciados em março, que atingiram refinarias estratégicas e comprometeram cerca de um terço da capacidade de refino do país. Para mitigar o desabastecimento, que afeta severamente a Crimeia, o governo russo autorizou a comercialização de combustíveis de qualidade inferior. Paralelamente à crise interna, a Rússia intensificou sua ofensiva militar contra a Ucrânia, realizando um bombardeio de 11 horas contra Kiev que deixou pelo menos 30 mortos. O cenário reflete a escalada do conflito, onde a pressão sobre a infraestrutura energética russa ocorre simultaneamente ao aumento da violência contra centros urbanos ucranianos.
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