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Clubes brasileiros articulam adiamento de punições por fair play financeiro

Clubes da Série A pedem extensão de prazo para quitar dívidas, alegando que a proibição das bets impactou negativamente suas receitas.

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Foto: Máquina do Esporte
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09/10 às 20:15

Pontos principais

  • Santos, São Paulo, Corinthians e Botafogo lideram o pedido de adiamento das punições por fair play financeiro.
  • A proposta busca estender o prazo de transição para o pagamento de dívidas anteriores a janeiro de 2026.
  • Os clubes sugerem novas datas limites para novembro de 2027 ou 2028.
  • A justificativa central é a perda de receitas causada pela proibição das casas de apostas no Brasil.
  • O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, criticou a iniciativa e a classificou como uma desculpa para a inadimplência.

Clubes da elite do futebol brasileiro, incluindo Santos, São Paulo, Corinthians e Botafogo, articulam junto às entidades responsáveis o adiamento de punições relacionadas ao descumprimento das regras de fair play financeiro. O grupo busca estender o prazo de transição para o equacionamento de dívidas contraídas antes de janeiro de 2026, propondo novas datas limites para novembro de 2027 ou 2028.

A justificativa apresentada pelos clubes aponta que a recente proibição das apostas esportivas no país comprometeu o planejamento financeiro e a capacidade de quitar passivos antigos. A iniciativa, contudo, enfrenta resistência interna; o presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, criticou publicamente o movimento, classificando o argumento das bets como uma justificativa para a manutenção da inadimplência entre as agremiações que não conseguiram se ajustar às normas de sustentabilidade financeira.

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