OMS cobra Rússia por morte de funcionária de laboratório na Sibéria
A OMS solicita esclarecimentos sobre a morte de uma funcionária de um laboratório de peste, enquanto o Kremlin nega irregularidades no caso.
Pontos principais
- A OMS pediu informações detalhadas sobre a morte de Darya Shipilova, ocorrida em um instituto de pesquisa na Sibéria.
- Autoridades russas atribuíram o óbito a uma pneumonia de causa indeterminada e descartaram casos de peste.
- O caso gerou especulações internacionais sobre uma possível contaminação pela doença, apesar das negativas oficiais.
- O Kremlin criticou a cobertura da mídia e negou rumores sobre uma segunda morte relacionada ao incidente.
- O governo dos EUA, incluindo o presidente Donald Trump, monitora a situação e oferece assistência técnica.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) solicitou formalmente que a Rússia forneça esclarecimentos detalhados sobre a morte de Darya Shipilova, funcionária de um instituto especializado em peste na Sibéria. Embora o caso tenha sido classificado pelas autoridades russas como uma pneumonia de causa indeterminada, a natureza do laboratório onde a vítima trabalhava gerou especulações sobre uma possível contaminação pela doença. Como medida preventiva, cerca de 200 pessoas que tiveram contato com a funcionária foram colocadas em quarentena, sendo que a maioria já foi liberada após exames.
O Kremlin reagiu às cobranças internacionais criticando a cobertura da mídia, a qual classificou como disseminadora de informações falsas e alarmistas. Paralelamente, o governo dos Estados Unidos, por meio do secretário de Estado Marco Rubio e do presidente Donald Trump, manifestou preocupação com o episódio. Trump indicou que pretende discutir o assunto diretamente com Vladimir Putin, enquanto os EUA mantêm o monitoramento do caso e oferecem assistência técnica caso seja necessário para garantir a transparência das investigações.
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