Analistas preferem ações da Copasa frente à Cemig em Minas Gerais
Instituições financeiras recomendam Copasa em detrimento da Cemig devido a menores riscos políticos e potencial de valorização operacional.
Pontos principais
- BTG Pactual e JPMorgan recomendam compra para Copasa e venda para Cemig.
- A Copasa é vista como mais protegida por já ter passado por processo de privatização.
- Candidatos ao governo mineiro se opõem à privatização da Cemig, mantendo o controle estatal.
- Bradesco BBI projeta reajuste tarifário de 6,7% para a Copasa.
- JPMorgan aponta que parceria com a Equatorial deve impulsionar eficiência na Copasa.
Analistas de grandes instituições financeiras, como BTG Pactual e JPMorgan, elevaram a preferência pelas ações da Copasa em comparação à Cemig. A estratégia baseia-se na percepção de que a Copasa oferece maior proteção contra incertezas políticas, uma vez que a companhia já passou por um processo de privatização. Em contrapartida, a Cemig permanece sob controle estatal, com candidatos ao governo de Minas Gerais manifestando resistência a mudanças na estrutura acionária da empresa a curto prazo.
Além da estabilidade institucional, o cenário operacional favorece a Copasa, com expectativas de crescimento e um reajuste tarifário projetado em 6,7% pelo Bradesco BBI. O JPMorgan destaca que a colaboração com a Equatorial deve viabilizar ganhos de eficiência e novos investimentos para a companhia. Enquanto a recomendação de compra para a Copasa ganha força no mercado, a Cemig enfrenta recomendações de venda devido à exposição contínua aos riscos políticos do estado.
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