Cooxupé rejeitará café com umidade excessiva na safra de 2026
A maior cooperativa de cafeicultores do Brasil adotará critérios rígidos de qualidade para evitar contaminação por micotoxinas na próxima safra.
Pontos principais
- A Cooxupé proibirá o recebimento de grãos com excesso de umidade a partir da safra de 2026.
- A medida visa impedir a entrada de café contaminado por micotoxinas na cadeia alimentar.
- A decisão responde aos impactos das chuvas acima da média causadas pelo fenômeno El Niño.
- A cooperativa atende cerca de 20 mil associados e mantém o recebimento normal de outros lotes.
A Cooxupé, maior cooperativa de cafeicultores do Brasil, anunciou que não aceitará grãos com excesso de umidade ou presença de micotoxinas durante a safra de 2026. A medida tem como objetivo principal garantir a segurança alimentar e a qualidade do produto final, evitando que grãos expostos a condições climáticas adversas ou ao solo úmido por longos períodos entrem na cadeia de comercialização.
Essa decisão reflete a preocupação do setor com os impactos das chuvas intensas provocadas pelo fenômeno El Niño, que podem comprometer a integridade dos grãos. Embora a restrição seja rigorosa para lotes com problemas de umidade, a cooperativa reforçou que o recebimento de café segue ocorrendo normalmente para os demais padrões de qualidade entregues pelos seus cerca de 20 mil associados.
Cobertura da mídia
Comentários
Carregando comentários...
