Justiça nega pedido de Miguel Kazam contra Jones Manoel
Representação para remover vídeo foi julgada improcedente e Ministério Público investiga Miguel Kazam por racismo contra povo Xukuru.
Pontos principais
- A Justiça julgou improcedente a representação de Miguel Kazam para retirar vídeo do ar.
- A decisão judicial é definitiva e não cabe mais recurso.
- O Ministério Público abriu investigação contra Miguel Kazam por crime de racismo.
- A denúncia refere-se a falas proferidas contra o povo indígena Xukuru do Ororubá.
A Justiça julgou improcedente a representação movida por Miguel Kazam contra o candidato Jones Manoel. O pedido visava a retirada de um vídeo do ar no qual Manoel denunciava falas racistas proferidas por Kazam contra o povo indígena Xukuru do Ororubá. A decisão é definitiva e não cabe mais recurso.
Paralelamente, o Ministério Público instaurou um procedimento para investigar Miguel Kazam por crime de racismo. A apuração tem como base as declarações feitas contra a comunidade indígena, que foram o objeto central da denúncia pública realizada por Jones Manoel.
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