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Friedrich Merz reafirma permanência no governo após derrotas eleitorais

Em coletiva com o candidato Stefan Evers, o chanceler Friedrich Merz chamou as derrotas eleitorais em Berlim e na Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, onde a CDU não voltou a integrar o parlamento estadual, de "profunda cesura" para o partido, mas reafirmou que seguirá à frente do governo e da sigla.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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21/09 às 06:01, atualizado 14:03

Pontos principais

  • Friedrich Merz afirmou que pretende seguir na liderança da Alemanha e de seu partido.
  • Merz classificou os resultados das eleições em Berlim e na Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental como "uma profunda cesura" para a CDU, e não como uma derrota pontual.
  • Merz disse que a CDU "não tem mais respostas satisfatórias para muitas perguntas" e que isso precisa mudar no programa, no trabalho e no perfil do partido.
  • Na Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, a CDU não conseguiu voltar a integrar o parlamento estadual.
  • Em Berlim, o candidato Stefan Evers disse que o foco da CDU é a cidade, citando segurança, vida judaica, economia e custo de vida entre as prioridades.
  • O partido AfD conquistou sua segunda vitória eleitoral na região leste do país.
  • A extrema esquerda obteve vitórias expressivas na cidade de Berlim.
  • Merz defendeu a manutenção da coalizão atual, dizendo que quer "levar o país adiante" com o curso de reformas do governo.
  • Segundo a CDU, justiça social e entre gerações não podem ficar apenas no discurso, e o governo seguirá com o curso de reformas.

O chanceler alemão Friedrich Merz reafirmou nesta segunda-feira (21) sua intenção de permanecer no comando do governo e do partido, em coletiva com o candidato da CDU em Berlim, Stefan Evers. Segundo comunicado da CDU, Merz classificou os resultados em Berlim e na Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, onde o partido não voltou a integrar o parlamento estadual, como "uma profunda cesura", e disse que a legenda "não tem mais respostas satisfatórias para muitas perguntas".

Apesar da pressão crescente e do avanço do AfD e da extrema esquerda, Merz defendeu a manutenção da coalizão atual e assumiu a responsabilidade pelo curso de reformas, dizendo que quer "levar o país adiante" com justiça social e entre gerações.

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