MPF aciona Vale após extravasamento em mina de Congonhas
Ministério Público Federal exige auditoria independente na mina de Viga e pede bloqueio de R$ 200 milhões da Vale após incidente ambiental.
Pontos principais
- O MPF ajuizou ação civil pública contra a Vale devido ao extravasamento de água e sedimentos em janeiro de 2026.
- A Agência Nacional de Mineração interditou totalmente a mina de Viga por riscos à infraestrutura.
- A ação judicial solicita o bloqueio de R$ 200 milhões da mineradora para assegurar futuras reparações.
- O órgão exige a contratação de auditoria técnica independente custeada pela empresa.
O Ministério Público Federal (MPF) protocolou uma ação civil pública contra a Vale em resposta ao extravasamento de água e sedimentos ocorrido na mina de Viga, localizada em Congonhas, em janeiro de 2026. O incidente levou a Agência Nacional de Mineração a determinar a interdição total da unidade após identificar falhas críticas na infraestrutura local. Para garantir a segurança operacional e a reparação de eventuais danos ambientais, o MPF solicitou à Justiça o bloqueio de R$ 200 milhões das contas da mineradora.
Além do bloqueio financeiro, a ação exige que a Vale contrate uma auditoria técnica independente para avaliar as condições de estabilidade da mina. Em nota, a mineradora informou que ainda não foi formalmente notificada sobre o processo judicial. A empresa destacou que mantém o compromisso com a segurança de suas operações e segue empenhada em buscar uma composição extrajudicial com as autoridades competentes para resolver as pendências técnicas.
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