Trump é criticado por bônus de US$ 45 mil a assessoras
O presidente Donald Trump concedeu bônus de US$ 45 mil a três assessoras, gerando questionamentos sobre a legalidade do pagamento a servidores.
Pontos principais
- Donald Trump presenteou as assessoras Natalie Harp, Margo Martin e Chamberlain Harris com US$ 45 mil em espécie.
- O valor, classificado pela Casa Branca como um bônus de Natal, representa cerca de um terço do salário anual das funcionárias.
- Especialistas em ética apontam possível violação da lei 18 USC 209, que veda a complementação salarial de servidores por fontes externas.
- A Casa Branca nega irregularidades e afirma que os pagamentos não possuem relação com as funções oficiais das assessoras.
O presidente Donald Trump enfrenta críticas após ter presenteado três de suas assessoras, incluindo a assistente executiva Natalie Harp, com um bônus de 45 mil dólares em espécie. O montante, descrito pela Casa Branca como um presente de fim de ano, equivale a aproximadamente um terço da remuneração anual das funcionárias. A medida gerou questionamentos imediatos de especialistas em ética governamental, que alertam para um possível conflito com a legislação federal dos Estados Unidos. Segundo o ex-advogado de ética Richard Painter, o pagamento pode violar o parágrafo 209 do título 18 do Código dos EUA, que proíbe servidores do Poder Executivo de receberem complementação salarial de fontes externas. Em resposta, a administração Trump negou qualquer irregularidade, sustentando que os valores entregues não possuem vínculo com as atividades profissionais desempenhadas pelas assessoras no governo.
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