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OpenAI nega acusações de plágio em avanço matemático

O CEO Sam Altman classificou como infundadas as alegações de plágio contra a empresa após o anúncio de um avanço na resolução de equações de fluidos.

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Foto: Canaltech
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08/09 às 22:15, atualizado 09/09 às 08:32

Pontos principais

  • A OpenAI utilizou mais de 1.000 agentes de IA para buscar uma solução para as equações de Navier-Stokes.
  • Pesquisadores da Anthropic e da NYU acusam a empresa de apropriação indevida de créditos e dados.
  • O projeto consumiu cerca de 50 horas de processamento e milhões de dólares em recursos.
  • A solução apresentada pela OpenAI ainda aguarda validação matemática independente.
  • Sam Altman afirmou que as acusações de plágio contra o laboratório são infundadas.

A OpenAI está no centro de uma disputa acadêmica após anunciar o uso de inteligência artificial para tentar resolver as equações de Navier-Stokes, um dos desafios conhecidos como Problemas do Milênio. O projeto, que envolveu mais de 1.000 agentes de IA e um custo estimado na casa dos milhões de dólares, gerou críticas de pesquisadores da Anthropic e da Universidade de Nova York (NYU). Os especialistas apontam possíveis condutas predatórias e uso indevido de dados de pesquisa. Em resposta, o CEO da OpenAI, Sam Altman, classificou as alegações de plágio como infundadas. Embora a empresa admita o uso de dados desidentificados para aprimorar seus modelos, nega o acesso a registros privados. A validade científica do avanço ainda depende de uma confirmação matemática independente para ser formalmente reconhecida pelo Clay Mathematics Institute.

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