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JLR planeja cortar 4 mil vagas e governo descarta ajuda financeira

Montadora britânica busca reduzir custos diante da concorrência chinesa e tarifas de Trump; governo britânico nega intervenção com recursos públicos.

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Foto: The Guardian World
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06/09 às 07:30, atualizado 11:45

Pontos principais

  • A JLR pretende eliminar até 4.000 postos de trabalho por meio de um programa de demissões voluntárias.
  • A empresa enfrenta pressão competitiva de montadoras chinesas e impactos de tarifas impostas pelo governo Trump.
  • O secretário de negócios, Jonathan Reynolds, afirmou que o governo não fornecerá auxílio financeiro para evitar os cortes.
  • Representantes da empresa, líderes sindicais e autoridades governamentais devem se reunir na próxima terça-feira para discutir a situação.

A montadora britânica JLR anunciou planos para reduzir sua força de trabalho em até 4.000 vagas por meio de um programa de demissões voluntárias. A medida é uma resposta à crescente pressão competitiva de fabricantes chinesas e aos desafios impostos por novas tarifas comerciais implementadas pelo governo de Donald Trump. O movimento visa otimizar os custos operacionais da companhia em um cenário global cada vez mais complexo para as fabricantes tradicionais europeias.

Em meio ao anúncio, o governo britânico declarou que não pretende intervir com aportes financeiros para evitar as demissões. O secretário de negócios, Jonathan Reynolds, reforçou que não é função do Estado subsidiar a gestão privada. Uma rodada de negociações entre a diretoria da JLR, líderes sindicais e autoridades está agendada para a próxima terça-feira para debater os impactos da reestruturação no setor industrial do país.

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