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CSN nomeia Fabio Schvartsman como CEO e Steinbruch assume conselho

A CSN anunciou a saída de Benjamin Steinbruch da presidência executiva após 24 anos, nomeando Fabio Schvartsman para o cargo com foco na redução da dívida.

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Foto: Times Brasil
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03/09 às 08:02 · atualizado 15:32

Pontos principais

  • Fabio Schvartsman, ex-executivo da Vale e Klabin, assume a presidência executiva da CSN em 3 de setembro de 2026.
  • Benjamin Steinbruch deixa o cargo de CEO após mais de duas décadas e passa a presidir o Conselho de Administração.
  • As ações da CSN (CSNA3) registraram alta de até 20% na bolsa de São Paulo após o anúncio da mudança.
  • A companhia enfrenta um endividamento de R$ 42,13 bilhões registrado no segundo trimestre de 2026.
  • A nova gestão tem como prioridade estratégica a desalavancagem financeira da siderúrgica.
  • A empresa estuda a venda de ativos, incluindo a CSN Cimentos e participações em infraestrutura, avaliados em US$ 2,9 bilhões.
  • Analistas de mercado, como os do BTG Pactual, avaliaram a transição como positiva para o foco em eficiência operacional.

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) oficializou nesta quarta-feira, 3 de setembro de 2026, uma mudança significativa em sua estrutura de governança. Benjamin Steinbruch, que liderava a companhia desde 2002, deixou o cargo de diretor-presidente para assumir a presidência do Conselho de Administração. Em seu lugar, o conselho elegeu Fabio Schvartsman, ex-CEO da Vale, para assumir a presidência executiva da siderúrgica com efeito imediato.

A transição de comando foi recebida com otimismo pelo mercado financeiro, refletindo em uma valorização expressiva das ações da empresa, que chegaram a subir 20% no pregão. O movimento ocorre em um momento em que a CSN busca intensificar sua estratégia de desalavancagem. Com uma dívida financeira na casa dos R$ 42 bilhões, a nova gestão deve priorizar a revisão do portfólio, incluindo a possível venda de ativos estratégicos como a CSN Cimentos e participações em infraestrutura, visando reforçar o caixa e equilibrar a estrutura de capital da companhia nos próximos anos.

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