Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio após bombardeios americanos
Teerã disparou mísseis e drones contra bases dos EUA no Bahrein, Jordânia, Kuwait e Iraque em retaliação a bombardeios realizados por Washington.
Pontos principais
- O Irã atacou instalações militares dos EUA no Bahrein, Jordânia, Kuwait e Iraque com mísseis e drones.
- A ofensiva iraniana ocorreu após bombardeios norte-americanos contra alvos no Estreito de Ormuz.
- Sistemas de defesa da Jordânia interceptaram dez de treze mísseis balísticos que violaram seu espaço aéreo.
- A Guarda Revolucionária iraniana relatou a explosão de dois petroleiros no Estreito de Ormuz após colidirem com minas navais.
- O presidente Donald Trump afirmou que novas ações serão tomadas caso o Irã continue com as retaliações.
A escalada militar entre Estados Unidos e Irã atingiu um novo patamar nesta semana, com Teerã lançando uma ofensiva coordenada contra bases militares norte-americanas no Bahrein, Jordânia, Kuwait e Iraque. O ataque, que utilizou mísseis e drones, foi apresentado pelo governo iraniano como uma retaliação direta a bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra alvos no Estreito de Ormuz. Em meio ao conflito, autoridades iranianas também confirmaram a explosão de dois petroleiros na região, atribuindo o incidente à colisão com minas navais. Na Jordânia, sistemas de defesa aérea foram acionados para interceptar treze mísseis balísticos que violaram o espaço aéreo do país, conseguindo neutralizar dez deles. No Kuwait, um drone atingiu um complexo residencial na capital, embora o governo local tenha reportado que não houve vítimas fatais. O presidente Donald Trump reiterou que os Estados Unidos estão preparados para responder com novas ações caso o governo iraniano persista com as hostilidades. A situação tem gerado instabilidade nos mercados financeiros globais, que reagem com volatilidade à possibilidade de um conflito regional de larga escala. Enquanto ambos os lados mantêm posturas de confronto, a comunidade internacional monitora os desdobramentos desta crise, que ameaça o fluxo de petróleo e a segurança estratégica no Oriente Médio.
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